{"version":"1.0","provider_name":"Casa do Cuidar","provider_url":"https:\/\/www.casadocuidar.org.br\/en\/","author_name":"Casa do Cuidar","author_url":"https:\/\/www.casadocuidar.org.br\/en\/author\/casa\/","title":"Fa\u00e7a uma doa\u00e7\u00e3o e receba o e-book \"Encontrei Meu Jardim\", de Adriane Lacerda - Casa do Cuidar","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"iPQCJrvFuz\"><a href=\"https:\/\/www.casadocuidar.org.br\/en\/produto\/encontrei-meu-jardim\/\">Fa\u00e7a uma doa\u00e7\u00e3o e receba o e-book &#8220;Encontrei Meu Jardim&#8221;, de Adriane Lacerda<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/www.casadocuidar.org.br\/en\/produto\/encontrei-meu-jardim\/embed\/#?secret=iPQCJrvFuz\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Fa\u00e7a uma doa\u00e7\u00e3o e receba o e-book &#8220;Encontrei Meu Jardim&#8221;, de Adriane Lacerda&#8221; &#8212; Casa do Cuidar\" data-secret=\"iPQCJrvFuz\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! 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Primeiro, acreditou que morreria antes dos 30. Quando isso n\u00e3o aconteceu, o que deveria fazer? Foi buscar um sentido que preenchesse seus dias. Primeiro, tentou preencher seu tempo de conhecimento. At\u00e9 que percebeu que era tanta coisa que n\u00e3o sabia onde tudo aquilo poderia lhe caber. Foi praticar atividade f\u00edsica, emagreceu, se preencheu de endorfina. Foi bom \u2013 sim, o efeito da subst\u00e2ncia no corpo \u00e9 maravilhoso. Mas ainda n\u00e3o era suficiente. Percebia que a vida passava por ela. Procurava m\u00e9dicos, tratamentos, se agarrou \u00e0 f\u00e9. At\u00e9 que um problema de sa\u00fade a colocou de frente para si, uma doen\u00e7a degenerativa sem caminho de volta.  Trabalho com escrita h\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas e e j\u00e1 ouvi e li hist\u00f3rias diversas, de amor, tristeza, perdas, saudade. Adriane me apresentou uma nova narrativa. Ela \u00e9 agarrada \u00e0 vida. N\u00e3o no sentido de quem se apega, mas na intensidade de aproveit\u00e1-la de todas as formas. Eu a conheci quando fez um curso meu \u2013 e ela participou de v\u00e1rios. Porque tinha \u00e2nsia tamb\u00e9m por registrar suas hist\u00f3rias, mem\u00f3rias e sentimentos em rela\u00e7\u00e3o a tudo o que estava acontecendo. Para servir como sinalizador \u2013 a si e ao outro. Fomos nos tornando pr\u00f3ximas pela palavra. At\u00e9 que um dia me mandou uma mensagem perguntando se eu poderia gui\u00e1-la na escrita deste livro. \u201cN\u00e3o sei quanto tempo ainda vou conseguir escrever\u201d, contou. A obra foi, assim, feita em algumas semanas. Adriane tem pressa. De estar. Aqui. De aproveitar esta festa chamada vida at\u00e9 o \u00faltimo minuto. Seu livro \u00e9, assim, n\u00e3o um registro de mem\u00f3rias, mas um chamado \u00e0 esperan\u00e7a, ao amor, \u00e0 for\u00e7a, ao sentido que buscamos desesperadamente e que, muitas vezes, est\u00e1 pr\u00f3ximo o tempo todo.  A presen\u00e7a da finitude provoca isso: nos coloca \u00f3culos e recupera a miopia para que possamos enxergar. Adriane enxergou e compartilha este aprendizado em uma escrita sincera, aberta, informativa (inclusive para quem est\u00e1 vivenciando algo similar) e bonita. Um livro para qualquer um. Um livro sobre viver.  &nbsp;  *Ana Holanda \u00e9 professora, escritora e guia pessoas pelo caminho da escrita"}