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</html><thumbnail_url>https://www.casadocuidar.org.br/website/wp-content/uploads/2023/10/encontrei-meu-jardim.jpg</thumbnail_url><thumbnail_width>1000</thumbnail_width><thumbnail_height>1000</thumbnail_height><description>Um sinalizador de vida,   Pref&#xE1;cio de Ana Holanda*  Adriane passou a vida tentando encontrar um sentido. Primeiro, acreditou que morreria antes dos 30. Quando isso n&#xE3;o aconteceu, o que deveria fazer? Foi buscar um sentido que preenchesse seus dias. Primeiro, tentou preencher seu tempo de conhecimento. At&#xE9; que percebeu que era tanta coisa que n&#xE3;o sabia onde tudo aquilo poderia lhe caber. Foi praticar atividade f&#xED;sica, emagreceu, se preencheu de endorfina. Foi bom &#x2013; sim, o efeito da subst&#xE2;ncia no corpo &#xE9; maravilhoso. Mas ainda n&#xE3;o era suficiente. Percebia que a vida passava por ela. Procurava m&#xE9;dicos, tratamentos, se agarrou &#xE0; f&#xE9;. At&#xE9; que um problema de sa&#xFA;de a colocou de frente para si, uma doen&#xE7;a degenerativa sem caminho de volta.  Trabalho com escrita h&#xE1; tr&#xEA;s d&#xE9;cadas e e j&#xE1; ouvi e li hist&#xF3;rias diversas, de amor, tristeza, perdas, saudade. Adriane me apresentou uma nova narrativa. Ela &#xE9; agarrada &#xE0; vida. N&#xE3;o no sentido de quem se apega, mas na intensidade de aproveit&#xE1;-la de todas as formas. Eu a conheci quando fez um curso meu &#x2013; e ela participou de v&#xE1;rios. Porque tinha &#xE2;nsia tamb&#xE9;m por registrar suas hist&#xF3;rias, mem&#xF3;rias e sentimentos em rela&#xE7;&#xE3;o a tudo o que estava acontecendo. Para servir como sinalizador &#x2013; a si e ao outro. Fomos nos tornando pr&#xF3;ximas pela palavra. At&#xE9; que um dia me mandou uma mensagem perguntando se eu poderia gui&#xE1;-la na escrita deste livro. &#x201C;N&#xE3;o sei quanto tempo ainda vou conseguir escrever&#x201D;, contou. A obra foi, assim, feita em algumas semanas. Adriane tem pressa. De estar. Aqui. De aproveitar esta festa chamada vida at&#xE9; o &#xFA;ltimo minuto. Seu livro &#xE9;, assim, n&#xE3;o um registro de mem&#xF3;rias, mas um chamado &#xE0; esperan&#xE7;a, ao amor, &#xE0; for&#xE7;a, ao sentido que buscamos desesperadamente e que, muitas vezes, est&#xE1; pr&#xF3;ximo o tempo todo.  A presen&#xE7;a da finitude provoca isso: nos coloca &#xF3;culos e recupera a miopia para que possamos enxergar. Adriane enxergou e compartilha este aprendizado em uma escrita sincera, aberta, informativa (inclusive para quem est&#xE1; vivenciando algo similar) e bonita. Um livro para qualquer um. Um livro sobre viver.  &nbsp;  *Ana Holanda &#xE9; professora, escritora e guia pessoas pelo caminho da escrita</description></oembed>
